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24.3.04

ANO X

Ontem à noite no Coliseu dos Recreios de Lisboa andámos por lá, na festarola da Antena 3.
Sandra, Dau, eu e Ink.
Pela plateia, geral, galerias, camarotes, WC e muito bar.

Muita canseira, a saltitar por ali, a aproveitar o momento Bar patrocinado oficialmente pelo David Fonseca, a aplaudir as irmãs (Kátya, I saw you!) que pousaram para os The Gift, a suar com Blasted, a sorver o sabor da actuação dos Clã, a gritar embalada pelo delírio dos Blind, e a expurgar o corpo na Doninha.

Mas o mote era a rádio, a A3, que eu oiço há já muito, e com a qual me sinto no direito de participar e opinar. Afinal é ou não é feita para fora, para quem ouve?


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23.3.04

Ensaio Final


«The world is full of refugees
They're just like you and just like me
But as people we have a choice
To end the void with all its force
So don't forget or don't pretend
It's all the same now in the end
It was set in a different life
Destroys my days and haunts my nights



Renascer. Recomeçar. Há sempre dentro de cada um a força, a imaginação, a vontade, o querer, o risco, a necessidade(?), a crença de que tudo é possível. Palavras como Desitir, Fim, Até Sempre, etc, tornam-se vãs quando somamos um dia mais nesta vida. Sabemos que acasos acontecem. Uns bons, outros maus, outros...enfim! acasos. Gosto de mudar de pele. Gosto do Risco. Entendo que há muito dentro de cada um de nós pronto a ser liberto através da palavra. Conheci, conheço, e claro que vou conhecer mais meio mundo a juntar aos tantos que já conheci. Eu sou assim. Inquieto. Livre. Fraco. Forte. Dias Azuis. Dias Negros. Apenas mais uma «personagem dual». Direito á diferença? não sei que raio é isso. Sei que a simplicidade de processos, a sensibilidade de tentar uma boa conduta resulta. Por entre erros, «dores», momentos, situações, o valôr residual a extrair é simplesmente crescer.
Quem me conhece reconhece um Obrigado Implicito dentro desta forma «sui generis» de agradecer. Quem não me conhece...talvez um dia me conheça. Até lá então.

P.S-» Crescer. Para que no somatório final seja um sorriso a ser esboçado e nunca, nunca !, quero eu !, que seja um choro. Adeus.
P.S02-» Os ensaios atras postados são devaneios. Tretas para mais tarde rir!



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- Nutshell
- Brother
- No Excuses
- Sludge Factory
- Down in a Hole
- Angry Chair
- Rooster
- Got me Wrong
- Heaven beside You
- Would
- Over Now
- Killer is Me


P.S-» Unplugged. A obra final. Exorcismo puro.
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22.3.04

Ensaios06

Afoita, quente, elegante
Rodas em mil posições à minha frente prostrada
Sibilante, mística, deslumbrante
em mil palavras que escreves dás-me o nada

Cada segundo
pedaço de meu corpo é te entregue
Cada minuto
um calor nos invade em soma e segue
Cada hora
é um partir de uma linha vermelha
Em tempo sem espaço
explosão de movimentos com centelha
Mas Ela percorre-me...ainda
Sibilante... Chama...

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Ensaios05

Uma promessa...por cumprir
Um sonho...desfeito
Uma vontade...perdida ao vento
Uma estrela...que desapareceu
Um desejo...poder sorrir
Um rasgo...em meu peito
Um caminho...em tormento
Um querer...que morreu

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Ensaios04

Um beijo é o princípio da traição. É o Eu que nunca se deve dar. É a essência que todos queremos mas só alguns podem um dia aspirar.
É pedaço de Alma e Corpo que é entregue á vontade de quem o recebe.
O beijo é o princípio da traição. A nós mesmos.•

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Ensaios03


A folha cai
Outro castanho outonal chega
Soma de dor
Saudade que seja
Ruas desertas
Cheiros diferentes
Vontades perdidas
Só, perdido em descobertas

Surdo sou
Perdido em sons inaudíveis
Numa voz seca
Que me deixou
Amanhece solarengo
Estranho desenlace este
Que estranho começou
E difícil acabou


A primavera chegou...
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Ensaios02

Invades meu canto
teu quente que me enregela
belo canto me inquieta
Jazo sob teu manto
por ti arde em desejos
loucuras abismais
depressa vais
restea em pranto

Sentido perdido
em sobras se desvanece
por ti um dia sonhei
um fim ou algo que comece

Nada me dás, nada me queres
sonhos por ti, Chama nobre,
eu sonhei
Jazo em noites de frio
numa doce lamúria, num quente desgosto,
tal pássaro sem pio
só, a contra-gosto

Uma sombra vã
ergue-se na penumbra
perdido, amorfo, de fumo rodeado
nada se vislumbra
em Presente afogueado

sonhos, ideias, vontades
ao fim eu vou
num mundo de cidades
sem saber onde estou

a um porto chegarei
na demanda do descanso
meu espírito se esvairá
num cinzento e eterno manto
De loucura faço a vida
desejos criados eu vivo
realidade disforme
espaço, palavras, em descabido.



A Chama
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Ensaios01

«...libertem-nos, sempre; e como o único que temos nosso é o nosso corpo, o nosso ser, a integridade do nosso pensamento, so livre e libertos, podemos viver felizes conosco e com o Mundo»


A Noite vem ténue com seu regaço
desprendida em mil poções
Por ali anda sem rumo
perdido em ilusões
Feito estilhaço


«Se todo o ser ao vento abandonamos
E sem medo nem dó nos destruímos,
Se morremos em tudo o que sentimos
E podemos cantar, é porque estamos
Nus em sangue, embalando a própria dor
Em frente às madrugadas do amor.
Quando a manhã brilhar refloriremos
E a alma possuirá esse esplendor
Prometido nas formas que perdemos.»

Sophia de Mello Breyner


Verte seu sangue
para bocas de ânsia que o aguardam
para espiritos, que em tempos Alma, foram
e no que agora se transformam

Cinzento, carregado de lágrimas
pronto a verter sob mentes que o temem
Chuva mágica que em breve chegarás
por espiritos que se arrastam e tremem
por vontades, por um grito que se desnudará


Entre um fim e um principio nada mais existe do que um acordar. Procura-se absolvição de algo que nos invade, tomando um passo á frente. Logo se verá!- Pensamos.
Na duvida mentimos, camuflamos, omitimos, refugiamo-nos?
Não sei. Sou Humano.


Dissidente.


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Love will destroy us in the end, Hefner


It’s the children that I feel for,
Yes the children make me feel more,
More than the liquor, more than the art,
More than the Beach Boys records.
It’s the drink that gives us heartache,
It’s the charity we won’t take,
We feel so empty and our late twenties should be better times.
It’s the love and the truth and the hope and the faith,
That will destroy us in the end.
It’s the look in the eyes of those one-night stands that gives us the will to pretend.
It’s the feeling of fucking the people that we’re loving that spurs us onto endless sleepless nights,
And love will destroy us in the end.
There’s not a thing that I can save from all those wasted, wasted days,
And there’s no faith that will ever save me from being faithful,
And the damn phone never rings,
And I would give up everything,
For a little wine, some conversation
And just for being healthy
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Janet Weiss + Sam Coomes= Quasi
Uma crítica ao álbum aqui.
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21.3.04

E chegou a Primavera!

Último vício recentemente adquirido: Preston School of Industry do antigo Pavement Scott Kannberg.
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Na Blogosfera é dificil por vezes supôr que existem boas vibrações. 6ª feira passada a convite deles
houve boa e boas vibrações. Não da minha parte, devido a uma 5ª feira anterior que deixou marcas...
Sem alongamentos, comprimentos ou alturas, fica registado o OBRIGADO sobretudo pela atenção, pelo jantar (muito bom!, Tiago o Flichman é baril!!!) e pelo excelente ambiente. Ah! a «Surpresa» é bem giraça! a mixagem resulta. Mais uma vez Obrigado Sofia/Tiago.

Sábado. Marasmo completo até ao momento em que nós nos lembramos de sarnar a cuca a ELE. Lá fui ao Galp Energia com vontade de vêr D.Carlitos Marron e os Putos. The Fingertips. Muito bom. Ritmo, presença, bom som, maturidade versus vontade de explodir. Tempo aínda para vêr o senhor «Electro» Palma no esgalha e bem eléctrico. Jorge Palma e a seita do Jindungo (estes rapazes costumam andar pelo Speakeasy...). Bruno, o «Drum-man» imparável.
Só após uma roda de «palheta» com o Gonçalo e Ana chegou o «tremor». Pensava que Blind Zero fosse em Gaia. Não foi. Efeitos da Tequilla «perdida» numa 5ª feira negra levaram-me a esmorecer, mas o Palma recompos-me a energia. Bem como o GRANDE RIO AVE F.C!!!! (A vêr hoje em Aveiro como é que a Rapaziada se safa...).Felizmente a Sandra foi e conta tudo no post anterior.


Domingo. Nada passa. Espera agoniante pelas 20h30m para vêr como é.

P.S-» Em revisão...«Darkness and Hope». Trabalho. Domingo, 14h20m. Preparo para uma semana «Nocturna».


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BLIND ZERO: 10 anos

20 de Março 2004, Aula Magna

Inserido na semana da Juventude, o concerto dos Blind Zero na Aula Magna veio demonstrar o porquê de 10 anos de carreira. E estão aí para, pelo menos, mais 10.
Enérgica, poderosa, a banda de Miguel Guedes triunfou na sua festa em Lisboa.
Houve vários momentos altos na noite de ontem, mas destaco um com três palavrinhas apenas: Adolfo Luxúria Canibal.
Pois... O Sr. Mão Morta também quis dar os parabéns à banda (tal como já tinha acontecido no Hard Club) e o público agradece. Foi brilhante a colaboração de Adolfo no tema You Owe us Blood e, acrescento, hilariante! Só visto! ;)
De referir também a colaboração de Miguel Guedes no novo álbum de Mão Morta Nus que estará à venda com o Blitz nos dias 13 e 20 de Abril.
Boas notícias, de facto!
Quanto aos Blind Zero: MUITOS PARABÉNS!!!
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20.3.04

A TRUE FAN EXPERIENCE

Get intimate with Beck

Este momento com Mr. Hansen aka "Mestre" (hehehehe!!!) é absolutamente unplugged, despido de outras sonoridades a que nos habituou.
Beck em formato acústico é algo para qual (desconfio...) nem toda a gente está preparada, por isso, recomendo aos fãs e/ou a todos aqueles a que não choque a ideia de vê-lo acompanhado de guitarra, harmónica e pouco mais...
E nesse "pouco mais" poderia incluir tanta coisa... Eu que com Beck, guitarra, harmónica consigo ter a noção mais clara que alguma vez tive de Paraíso... mas isso sou eu...

Músicas dos álbuns Sea Change, Mutations e One Foot in the Grave são, obviamente, as mais privilegiadas neste tipo de espectáculo, havendo, no entanto, espaço para alguns clássicos de Odelay como por exemplo Jack-Ass.

E tal como o título indica: Funny + Acoustic= Beck
:)
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Ed Harcourt, From Every Sphere
Belíssimo disco de um belíssimo artista.
O vídeo: Watching the Sun Come Up
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19.3.04

A casa recomenda


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(Para ouvir alto)

I know the feeling
It is the real thing
The essence of the truth
The perfect moment
That golden moment
I know you feel it too
I know the feeling
It is the real thing
You can't refuse the embrace...
It's like the pattern below the skin
You gotta reach out and pull it all in
And you feel like you're too close
So you swallow another dose
The pinnacle of happiness
Filling up your soul
You don't think you can take any more
You never wanna let go
To touch the roots of experience
The most basic ingredients
To see the unseen glitter of life
And feel the dirt, grief, anger and strife
Cherish the certainty of now
It kills you a bit at a time
Cradle the inspiration
It will leave you writhing on the floor...
This is so unreal, what I feel
This nourishment, life is bent
Into a shape I can hold
A twist of fate, all my own
Just grit your teeth, make no sound
Take a step away and look around
Just clench your fist and close your eyes
Look deep inside, hypnotize
The whisper is but a shout
That's what it is all about
Yes, the ecstasy, you can pray
You will never let it slip away
Like the sacred song that someone sings through you
Like the flesh so warm that the thorn sticks into
Like the dream you know one day will come to life
Try to hold on just a little longer, stronger
It's the jewel of victory
The chasm of misery
And once you have bitten the core
You will always know the flavor
The split second of divinity
You drink up the sky
All of heaven is in your arms
You know the reason why
It's right there, all by itself
And what you are, there is nothing else
You're growing a life within a life
The lips of wonder kiss you inside
And when it's over the feeling remains
It all comes down to this
The smoke clears, I see what it is
That made me feel this way...
This is so unreal, what I feel
Flood, sell your soul, feel the blood
Pump through your veins, can't explain
The element that's everything
Just clench your fist and close your eyes
Look deep inside, hypnotize
Yes, the ecstasy, you can pray
You will never let it slip away
Like the echoes of your childhood laughter, ever after
Like the first time love urged you to take it's guidance, in silence
Like your heartbeat when you realize you're dying, but you're trying
Like the way you cry for a happy ending, ending...
I know

[Faith No More/The Real Thing]
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Quem não quiser ouvir, não clica, ok? ;)
Clinic, The Second Line - Internal Wrangler

É sexta-feira, pessoal!!!!
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E de novo a recordação:

Um dos concertos da minha vida... Talvez dê para perceber um pouco mais se espreitarem esta alucinação sonora/visual...
São avassaladores...
The Mars Volta :o link loucura... loucura boa! ;)
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...aínda continua dificil.
É só o que digo.
Ah! 2º café.


P.S-» Que pensam ???? sim?????
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Isto hoje tá dificil.
E mais não digo.
Ah! vou beber um café.


P.S-» Que pensam da castração dos ANIMAIS????????
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18.3.04

...Nem sempre o que o coração em fúria, faz através das mãos, é o mais coerente. Não é «Desculpa» mas também não gosto de «vêr» o que está escrito noutras paragens.
Deixam-me tristes algumas «conversas» algures. Apenas tristes. Mas enfim! Continuo eu.
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De saída do «Prédio» para mais uma busca algures...é com muito «Jump around» que se sai. Ganda conclusão! (já tiveste melhor, então quando tás a dormir é do best!)

«Rearviewmirror»...




P.S-»Até amanhã! «Gregos e Troianos»! Ah! «Helena», onde andas tu?....
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Momento «É suposto ter piada mas com a crise que anda po aí...»- Parte01

«I wanna be a Fashion-Boy!!!!!»

Somos Fashion? ehehehehe! somos.....«Catita» quando tentamos ser, ou não, Fashion?


P.S-» Olá «Catita»!!! como vês há descaramento! um 'cadinho! ihihihihih.....

«We don't play Guitars» ?????!!!!!
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"MÃO MORTA - NARRADORES DA DECADÊNCIA",
de VÍTOR JUNQUEIRA,
edição da Quasi Edições,
dia 27 de Março de 2004, pelas 17h30,
na livraria Centésima Página, Praça da Faculdade de Filosofia, em Braga,
com a presença do autor,
dos elementos do grupo
e do editor.


Excursão a Braga. «Bilhetes» em venda.


P.S-» «Velocidade Escaldante». Rotação Máxima.
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HeartLand.....






P.S-» «Here comes the Rain». Mr Ian Atsbury, Mr Bill Duffy. Rewind. Reverter. Reverso. Get to the Heart of Soul...
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Anti-Desert feeling. North Pacific Coast. Seatlle. Grey day, in a morning of «got nothing else to think». Hanging around. Just a litlle.

«Room a Thousands Years Wide». HeadBanging!



P.S-» Cry Freedom! Steve Biko, Dissidentes do IRA em greve de «fome», Imolações em Hanoi during de Viet-War, Revolução com...Cravas. Mente assolada por obssessões de poder natural e contra poder real. Nada somos. Tudo podemos fazer. Mea Culpa de uns «bastardos» que maniqueíados pela indústria fazem, desfazem, guerras, casos, acontecimentos. Bem vindos á «Comunicação Global». The Matrix ou «Em directo para a televisão


P.S-» Desconexo, é verdade. Sem sentido.
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Depois do «Manifesto» que os EZSpecial ''lançaram'' ficámos a aguardar. Uma intervenção concisa, substancial, um pouco que fosse precisa, com uma «banda sonora» bastante apelativa.
Confesso algo que sei que ninguém acredita mas é verdade: há já uns largos anos que não comprava o Blitz. 3ª Feira passada comprei. Sim, confesso também porque continha um CD que me dava o «Estilo» da Mão Morta. Um escrito sobre tal música fica para mais tarde. Não me apetece misturar algo que num primeiro avanço está contido. Contém essência. Volto ao Blitz de terça feira passada.

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Pois! nem uma palavra sobre tal «Manifesto». Não me admirei. Assim como não me admiro com o conteúdo em si. Desiludo-me. Desiludi-me. Não com a composta escrita. Não com a variedade de assuntos, mas será de mim, ou tal como outros meios de «hablanço» cá do burgo, o MONOPÓLIO (consentido, uma vez que na realidade não ha concorrência!) faz com que se sinta um certo limite na forma de transmitir a forma e/ou conteúdo, o que muito naturalmente fica registado como um todo limitado? Será de mim? tal «vista saloia» ?


P.S-» Gritem! Gritem! filhos do Nada....ahahahahaah! «Anarquista Duval»......
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Quem me faz companhia hoje é o mais recente som desta senhora.

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... A tua omnipresença é uma aura que ao envolver os meus olhos e tolher todos os sentidos abre os pulmões, faz funcionar o ar que entra e sai do meu corpo, a cada instante de segundo, de segundo, parte de cada segundo, mais pequena ainda.
Talvez por isso irradie cor de morangos que estavam no frigorífico e que não vi ontem, talvez por isso o ovo escalfado fumegasse delicioso, oprimido pelo fio de azeite que o amido escuro do pão ensopa, como os lábios a tocarem as laranjas espremidas dentro do copo.
Não te tocavam a ti nem à tua pele, não passavam pelas reentrâncias desse órgão linear e quente que te contém o corpo como uma muralha de ameias viradas para o meu. Essa tua pele tão solta, tão liberta, tão distante dos meus lábios nesta manhã, manifestava-se em todas as cores que deglutia, uma a uma, suavemente, como se fossem as mãos que me faltam a deixá-las na minha língua. As tuas mãos. E a saliva a escorrer pelo canto da boca, a ser sorvida pelos nossos lábios que juntos fazem coisas bonitas. As tuas mãos. As que sentem falta de me agarrar. As tuas mãos.

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